Instituição de crédito leiloa domínio sex.com semana que vem


da Reuters, em Nova York

O domínio sex.com, muitas vezes mencionado como um dos mais valiosos nomes de domínio da internet, deve ir a leilão na semana que vem.

A DOM Partners, uma instituição de crédito de Nova Jersey que ajudou a bancar a aquisição do domínio por supostos US$ 14 milhões, em 2006, está confiscando o nome de domínio por falta de pagamento, e vai colocá-lo em leilão em 18 de março, no escritório de advocacia Windels Marx Lane & Mittendorf, de Nova York, de acordo com editais.

Os lances por esse endereço, cujo passado tumultuado envolve diversos processos judiciais e dois livros, devem começar em US$ 1 milhão.

Reprodução Domínio sex.com, indiscutivelmente um dos endereços mais valiosos da internet, foi colocado à venda devido a falência

Leilões de nomes de domínios genéricos como esse são vistos como rara oportunidade para os empresários de internet.

O leilão do domínio www.pizza.com, em 2008, atraiu lances superiores a US$ 2,5 milhões.

Livro

Mas sex.com talvez possa ser o mais valioso nome de domínio do mundo. Em determinado momento, o site chegou a faturar pelo menos US$ 15 mil diários, de acordo com "The Sex.com Chronicles", livro do advogado Charles Carreon, que representava um antigo proprietário do site.

Em janeiro de 2006, a Escom adquiriu o nome de domínio junto a Gary Kremen, fundador do site de encontros Match.com e presidente-executivo da Grant Media. Kremen registrou o domínio sex.com, em 1994.

Um comunicado à imprensa para anunciar a venda em 2006 definia a ocasião como "uma das mais significativas transações de venda de domínio na História". Os termos do negócio não foram revelados, mas informações posteriores indicam que o valor da compra foi de cerca de US$ 14 milhões.

O empréstimo da DOM Partners à Escom para bancar o negócio deixou de ser pago há mais de um ano.

"Dado o atraso nos pagamentos, os sócios da DOM decidiram assumir o controle do domínio, nos termos do contrato de garantia vigente," anunciou Scott Matthews, advogado da DOM.

As tentativas de contato com a Escom e o site sex.com para comentários não foram respondidas imediatamente.

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Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u704444.shtml


 

 

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