Professores da Uniesp em Ribeirão Preto e Taquaritinga, em SP, ameaçam greve
JULIANA COISSI
DE RIBEIRÃO PRETO
O Ministério Público do Trabalho de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) recebeu denúncia de professores da Uniesp Faban da cidade e de Taquaritinga de que há atraso no pagamento de salários --da letra I a Z, docentes não receberam o pagamento em agosto (relativo a julho). A denúncia aponta também, que diante do atraso, há risco de greve a partir deste mês.
Professores ouvidos pela Folha confirmam a intenção de greve, que deve ser articulada em uma reunião.
A instituição vive momento de crise: professores afirmam que o aluguel das duas unidades em Ribeirão, assim como a conta de telefone, está atrasada há dois meses. E que no campus em Taquaritinga funcionários não conseguem fazer ligações --só recebem, por falta de pagamento.
Em Ribeirão, os dois campi reúnem 1.200 estudantes, com cerca de cem professores.
Como a Folha publicou neste mês, a Uniesp Faban ainda não pagou os professores que foram demitidos em julho deste ano. O prazo era até sexta-feira da semana passada.
Além disso, a universidade estaria pagando o salário dos que ficaram por ordem alfabética e, até agora, só tinha chegado à letra "i". Em julho, a reportagem publicou que havia demitido de uma só vez por telegrama 41 docentes por contenção de despesas. A universidade ainda não se pronunciou.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/saber/793196-professores-da-uniesp-em-ribeirao-preto-e-taquaritinga-em-sp-ameacam-greve.shtml
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